Pode ser besteira,mas tenho mesmo um ciumes possessivo, o porque? Porque já perdi muitas coisas e nao quero perder uma que acabei de encontrar.
A estrada é longa, cheia de buracos.. cheia de tropeços e eu sempre sinto que estou sozinha. Como já havia dito antes : eu sei que stou sempre só. Não é que eu nao tenha amigos, mas eu necessito disso, do MEU tempo sozinha.
Doi, e doi muito estar sozinha e pensar inumeras coisas absurdas sobre o porque de uma certa pessoa esta em um certo lugar com mais pessoas de um certo tipo.
Doi demais ter que sentir o que não deveria, o que se quer não queria, mas mesmo assim sentir.
É muito complicado.. uma mente absurta num mundo mais absurdo ainda.
Mas como dizem.. o amor é uma coisa passageira, e que nao vale nada.
Ele te tira de uma situação ruim, te enche de alegria,faz você rir à toa e acaba com a maioria das coisas que você constroi. Não, eu não estou errada.
Como pode uma coisa tão boa levar a.. coisas tão ruins?
Sei que o ciumes pode significar muitas coisas, insegurança e principalmente uma prova de que se ama de verdade.
De qual tipo é meu ciumes? Eu não sei, não quero descubrir e só quero que passe.
Coisas desse tipo levam a fazer com que nós vasculhemos os arquivos amassados e jogados no lixo, faz rever todas as nossas palavras ditas e não ditas.
De tanto vasculhar achei uma coisa que marcou toda a minha história,por mais que ela ainda seja curta. Um daqueles arquivos era aquele que amassei firmemente e jurei nunca mais pensar naquilo mas eu tenho contradições. Desamassei e pensei o quão foi bom ter tido todas aquelas coisas vividas.
Será que vale a pena sentir toda angustia e não querer e nem se quer pensar em falar por medo de sufocar e magoar a si mesmo e ao outro?
Sei que não foi um erro insistir em dar mais uma chance ao amor mas.. o amor é tão claramente obscuro que até a mente mais perversa gostaria de senti-lo, de ter o prazer de viver todas as coisas inesperadas e ter a alegria de dizer : '' eu vivi aquilo e em hipótese alguma me arrependo .''
As mentes perversas não se perguntam se era aquilo que elas queriam, elas simplesmente o fazem só por ter a satisfação em ter vivido-a.
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