22 de agosto de 2010

A ansiedade.

Quando estamos num momento constrangedor e ( ou ) vergonhoso, só pensamos em cavar um buraco com profundidade o bastante para colorar nossa cabeça e tudo que flui nela lá dentro, e é assim que desejamos que essa sensação desisperadora acabe bem rápido,para termos um tempo,olhar para o céu e respirar o ar que faz o nosso peito estufar para fora,como se fossemos blindados a qualquer força, a qualquer vilão que nos aparecer.
A ansiedade me dominou,e sei que vai ser temporário.. sempre é. O tempo não cura tudo,mas ele nos ajuda, e muito.
Fui pega no final de um conto de farsas,de coração aberto.
A vontade de gritar para o mundo que fui capaz de acreditar em mim,levantar a cabeça e ser mais dura do que sou me subiu a cabeça. Segredos guardados com dezessete chaves deixaram marcas que o vento levou . Dei descarga no passado.
Quero que eles saibam o quanto posso ser séria em relação a assuntos que são o complemento de uma vida. Principalmente se essa vida for a minha.
Quero mostrar para eles que sou séria o bastante para assumir e enfrentar problemas a qualquer custo.
Achamos tolice lutar por aquilo que não faz com que sintamos tudo o que fazemos valer a pena,mas sei que vou lutar por uma coisa que faz quase tudo ter sentido.
Dessa vez, nada vai me impedir de tentar encontrar o meu caminho de volta para a paz. Sei que sou capaz de mudar todos os pensamentos hipocritas que eles
tem.
Tenho sede de felicidade, e ainda não a saciei.

Nenhum comentário:

Postar um comentário